Este kit de aeroporto de madeira comercializado na lojinha do MoMA é simplesmente o máximo. Facilmente transportável (embora um pouco pesado), vem com pistas, hangar, aviões e helicóptero em madeira. Custa US$ 40 aqui.

O texto a seguir é da talentosa blogueira, e mãe de cinco, Marina Miyazaki (essa da foto ao lado):

“Outro dia eu senti um cheiro muito bom que eu já conhecia. Era o perfume de uma flor, da minha flor. Mesmo as que estão em outros jardins são minhas, mas isso é um segredo. E o nome da flor é Manacá, não é o Manacá da Serra, aquele grande e metido sem perfume, estou falando do pequeno.
O cheiro é um botão que liga um filme na cabeça e faz lembrar um mooonte de coisas. E eu descobri que tudo tem cheiro, menos as palavras que estão no dicionário. Quando eu procuro uma palavra no dicionário, eu acho chato, infinito chato, por que ele só mostra um o significado da palavra. Sabem o que estava escrito do Manacá?
Manacá – “arbusto solanáceo (brunfelsia hopeana), muito apreciado como ornamental para jardins e praças, indo a corola de esbranquiçada a azul…”
Eu achei uma coisa tão sem graça, esse jeito de falar do Manacá. Mas eu achei tão chato, tão chato, tão injusto.
Por que não escrevem a verdade? Que é uma flor linda, roxa, vai ficando lilás e depois branca, então o pé fica com todos os tons do lilás, espalha um perfume forte que vai longe e para dentro de casa. E nunca esquecer de escrever que o Manacá faz lembrar umas coisas tão boas e tão, tão gostosas, como se fosse uma máquina do tempo. Aquele era o cheiro do jardim da minha casa, era o cheiro do meu pai entrando em casa, da minha mãe me chamando, do meu irmão rindo beeem alto, e eu me lembro até do fedô dele (fedô do irmão, não do manacá).
Então, todo mundo deveria ter um pé de Manacá enquanto é criança, ter um pé de Manacá depois de adulto nunca vai ser a mesma coisa, adulto não sabe aproveitar nada direito, não sabe nem fazer um dicionário.
Acho que eu vou fazer o meu dicionário com cheiro, risada, desenho, susto, medo, grito e tristeza de cada palavra. Vai ser um dicionário da história de todas as palavras.
Eu vou fazer um Sentimentário.”

Saiu aqui. Virou filminho também. Achei lindo. Outra que fala muito bem de sentimentos é a Adriana Falcão, por exemplo, em Mania de Explicação. Mas o conceito Sentimentário é imbatível. A sugestão do título é séria: faça um sentimentário com seu filho (sua filha) (seus filhos). Eu farei com o meu. :)

Categorias: Faça você mesmo

Sinal dos tempos de coautoria, não há versão impressa, ao menos, por enquanto. O livro está em arquivo .pdf na internet e pode ser baixado gratuitamente aqui. Foi o ilustrador Andrew Kolb o desprendido autor da proeza (da adaptação).

Dica do Neatorama

Categorias: Dicas de Leitura

Muito divertidinho este aplicativo de iPhone e de iPad que permite a criação/ customização das carinhas dos personagens e de se jogar 3 tipos de jogos com eles. Confiram abaixo o vídeo que apresenta o programinha comercializado a US$ 0.99 aqui na App Store.

Art Table da Imagine Childhood é uma mesinha simples e ideal para os pequenos artistas que adoram desenhar. Ela vem com um rolo de papel (vendido separadamente) e um espaço para colocar lápis e canetinhas. A mesa custa a partir de US$75,50.

Categorias: Gerais

Estes blocos de madeira de encaixar criados pela Around­Square são muito lindinhos. Estão à venda aqui por $24.99.

A exposição de arte urbana que está rolando no MASP em São Paulo é um grande programa de final de semana para pais e filhos. Com curadoria de Mariana Martins, Baixo Ribeiro e Eduardo Saretta a mostra traz nomes bem bacanas da cena contemporânea como Invader (com um mapeamento das suas múltiplas intervenções em São Paulo), os também franceses JR e Remed, os argentinos Tec, Defi e Chu, a norte-americana Swoon, o tcheco Point e o coletivo brasileiro BijaRi. Todos moraram na cidade por um mês e produziram coisas por aqui.

O grande barato da exposição é que tem coisas que estão dentro do museu e um monte de outras que estão fora; muitas delas nas proximidades. O que torna o programa com as crianças ainda mais legal pois sugere também achar o que está fora. Ideal para o domingo, um dia em que a cidade está mais tranquila e em que rola a feirinha de antiguidades do MASP.

Dentro do museu, a exposição para as crianças é pura ludicidade. Além do estímulo das cores dos enorme mural de Remed que impacta quem entra, há uma imensa piscina de bolas vermelhas, uns triângulos com espelhos e um xilofone para tocar, uma sala que escurece ao toque de um botão revelando uma nova perspectiva,  uma instalação que tem ursos brancos gigantes. Além disso propõe um jeito bacana de visualizar as obras do Invader (tem umas intervenções no MASP e outras bem pertinho pra quem quiser conferir) e outras coisas que tem feito o maior sucesso entre os pequenos. A exposição fica até 12 de dezembro e tem um hotsite com mais detalhes. Imperdível!

Todas as obras têm um sticker com um QR Code que permite visualizar mais informações. Portanto, se você tem um smartphone e quer ter a experiência completa, já baixe um QR Reader (como este aqui para iPhone).

No ano passado fizemos aqui um post sobre as jóias infantis da designer Lica Vincenzi, destacando as jóias que você pode fazer a partir da grafia do seu filho/filha. Agora destacamos a nova coleção inspirada nas brincadeiras de criança.

São jóias em ouro 18k que podem ser feitas em ouro amarelo, branco ou rosé e que remetem ao universo de brincadeiras infantis para meninas e meninos: pins de nave espacial para colocar em roupinhas, pingente de skate, patins, carrossel, colar de trenzinho que deixa rastro de corações na corrente ou bicicleta. Para as bebês, uma linha de brinquinhos e para os meninos um alfinete de pipa para prender chupeta e fraldinha.

Além disso, para as meninas, a coleção da Liquinha tem colares e pulseiras, sem falar do anel “mãe e filha”, peças iguais para cada uma, com o mesmo formato de lacinho e brilhantes.

Lica aceita encomendas especiais e customizações. Recebe cliente em seu atelier em São Paulo com hora marcada e também aceita pedidos pelo site. Além das peças infantis, tem diversas criações para adultos. As peças da marca Liquinha estão disponíveis para pronta entrega, e encomendas especiais precisam de aproximadamente 20 dias para entrega. Confiram detalhes mais aqui no site da designer.

A Tribe de Cingapura lançou uma coleção elegante, prática e funcional de bolsas de bebê. É ideal para as mamães que não querem andar por aí com uma bolsa com bichinhos e florzinhas. Elas são feitas de couro e podem ser  facilmente limpas. São quatro modelos diferentes com diversos bolsos e compartimentos dentro e fora. Os preços variam de US$ 162,11 a US$ 528,68.

A designer escocesa Donna Wilson surpreende pela criatividade das suas peças em lã: cobertores, mantas, cachecóis, almofadas, luvas e gorros belíssimos. Isso sem falar no trabalho em cerâmica… vale muito dar uma baixada no catálogo e uma navegada no seu site. E o melhor: não é apenas para os pequenos!

O próximo sábado promete! Além do “Samburá de Lendas”, que mencionei aqui ontem, estará sendo lançado em São Paulo o livro “Vestido de Menina”, o segundo livro de Tatiana Filinto dirigido ao público infanto-juvenil (o primeiro é este aqui). As ilustrações são da Anna Cunha e o lançamento será às 15hs do sábado (27/8) na [...]

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Bonjour! The French Cafe da Little Play Spaces é uma playhouse de um café parisiense feita de papelão reciclado. As crianças podem escrever o menu do dia no quadro negro colocado do lado de fora. É indicado para crianças de 2 a 8 anos e pode ser comprado aqui por US$ 79,00.