Educação

Pluï é um novo brinquedo da empresa suíça Active People que pode ser usado na banheira ou piscina. Mergulhe o Pluï para encher de água e criar uma ‘chuva’. Você pode controlar o fluxo da água simplesmente vedando a abertura do bocal superior com a ponta do dedo. Além de divertido, o brinquedo ensina aos pequenos os princípios básicos da física. Indicado para crianças acima dos 6 meses.

httpv://www.youtube.com/watch?v=wWPMmTIsMfg&feature=player_embedded

Na Era da Gamification – em que vivemos cada vez, on e offline, sob os símbolos, status e a sociabilidade originária do mundo dos games –, surgem mais e mais plataformas virtuais onde o profile do usuário é formado pela meritocracia e os prêmios são materializados por “moedas” próprias da rede social. O Foursquare pode ser considerado um dos pioneiros e, mais recentemente, temos o exemplo do Facebook Branch Out, misturando Linkedin com Badges.

Toda essa história tem tudo a ver com a educação infantil, naquele raciocínio de “Se você fizer isso, ganha aquilo”. Mesmo que, às vezes, pareça pura chantagem.

Commendable Kids permite que pais, guardiões ou professores ofereçam badges às “suas” crianças pelo seu merecimento. O sistema é super simples. Basta adicionar a criança, ou quantas quiser, estipular tarefas, desenvolvimento de habilidades ou qualquer outro tipo de ensinamento e depois incentivar suas atitudes através de bonificações virtuais, próprias com a linguagem do site. O estímulo ao bom comportamento vai além, com a plataforma permitindo convidar membros da família e amigos a serem fãs da criança e possibilitando comentários de suporte para a criança.

A escola do meu filho me conquista mais e mais, a cada dia que passa. Por motivos distintos. Aqui vou falar do motivo do cuidado em cultivar nas crianças o gosto pela leitura. Lá tem as rodas de histórias, lá tem o reescrever individual e coletivo de histórias, lá tem o leitor da semana (“posição” disputada, em que ele, ou ela, lê uma história em voz alta para a turma). Mas não é só isso.

Lá criou-se um ritual prazeroso em torno de retirar livros na biblioteca; são as grandes escolhas das crianças. Para começo de conversa, são duas as bibliotecas: a da escola e a da classe, esta montada com livros emprestados pelos próprios alunos (que sentem orgulho de ter livros, vejam só!). Toda semana, a criança escolhe para ler um livro na biblioteca da escola e outro na biblioteca da classe. São, no mínimo, dois livros lidos por semana!!!

Eu não me lembro de um “track record” de leitura assim na minha infância – e vocês? E o livro chegando em casa, faço minha parte também: leio histórias teatralmente para o filho (agora com 7 anos) e ele as lê para mim tal e qual; revezamos páginas. É diversão à beça; desligamos a TV (uhu!) e — tchan tchan tchan tchan— mergulhamos nas palavras escritas.

(Pegaram o “subliminar” da coisa, né?! Ler livro para os colegas é objeto do desejo, escolher livro é a grande decisão a tomar, ter livro dá status e lidar com livro é tão divertido quanto com TV ou internet – senão mais.)

Falando em leitura teatral, vocês atravessaram o não menos importante “nariz de cera” e chegaram ao “lead” do post: acabo de ler com o filho “As casas que fugiram de casa”, de 2002, da biblioteca da classe (da amiga Piera), que exigiu da “atriz” aqui (ai, Jesuis!) sotaque português em determinado momento. Como achei o livro encantador, quero compartilhar com vocês. A autora é a Sylvia Orthof (ótimo texto, não precisei editar nada rsrs), as ilustrações são de Elisabeth Teixeira e a editora, a Record. Conta a história de três casas (a Rosa, a Branca e a Amarela) da praia de Marambaia que resolvem ir dar uma voltinha em Lisboa, Portugal.

Tenho três congratulações a fazer à Sylvia, a autora, que explicarão os encantos que vi.

1) O primeiro parabéns é pela mensagem de fundo da história: “Coisas que, todos dizem, não podem mudar conseguem -sim- mudar”. Muitos livros andam se esquecendo do subtexto, da metáfora, algo super importante para a criançada, haja visto todos os contos de fada.

2) O segundo parabéns tem a ver com a fantasia que corre livre, solta e leve feito pluma. O gato conversa com o sol; Iemanjá transforma as casas em barcos, atendendo-lhes pedidos com as contas de seu colar como fosse um gênio da lâmpada; e por aí vai. Reparem como a fantasia vem sendo enquadrada (reprimida?) pela realidade em títulos diversos.

3) O terceiro parabéns atribuo ao texto caprichoso. Eis um aperitivo para o cool*ruja:
“Mas o telhado estava molhadinho… Seria chuva?! O Gato ficou pensando e viu no céu um sol redondo.
– Dr. Sol, o senhor cuspiu no telhado? – miou o Gato.
– Eu?! Um sol educado como eu nunca iria cuspir no telhado!
– Será, Dr. Sol, que o senhor fez pipi de sol no telhado? – insistiu o Gato.
O Sol, muito irritado, disse que ele não era de fazer pipi, ele só fazia arco-íris. E foi embora, puxando uma cortina de nuvem….”

Mas eu não vou contar por que o telhado estava molhado – não sou spoiler. =)

PS: Meu filho adora futebol, pop-rock anglo-americano (numa variedade que abrange Usher, Britney Spears, Beatles, Megadeth, som e videoclipes da TVZ), BeyBlades, Wii/DS, seriados da Disney XD, navegar na internet e, também, adora livros que mostram casas ambulantes. Para mim, está bem bom.

(Saudade deste cantinho da internet!)

Acontece de 11 a 19 de junho em São Paulo (no Sesc Consolação) um evento que tem a proposta de discutir e promover a produção audiovisual voltada ao público infanto-juvenil. Sua programação inclui a segunda edição brasileira do Festival Prix Jeunesse Iberoamericano, além de Mostra, Jornada de Negócios e Workshops.

O projeto faz parte do ComKids, uma iniciativa do Midiativa – Centro Brasileiro de Mídia para Crianças e Adolescentes – e visa a promoção e produção de conteúdos digitais, interativos e audiovisuais de qualidade para crianças e adolescentes, a partir de pressupostos de responsabilidade social, desenvolvimento cultural e economia criativa no Brasil, na América Latina e na Península Ibérica. Confiram a programação aqui.

O Conversa de Mãe é um blog diferente. Nele as mães discutem em vídeo algumas questões centrais da maternidade nos dias de hoje buscando um diálogo que leve à construção de um novo padrão: menos estressante, mais curtido, um pouco mais devagar e com a atenção que o assunto merece.

A proposta é ser um espaço de troca de experiências. É interessante ver diferentes visões de um mesmo assunto, sentir-se acompanhada em outros e ver tantos temas sendo colocados em pauta num papo aberto, informal e convidativo. Vale muito conhecer.

Hoje, ouvi na BandNews FM, uma dica da Rosely Sayão que manja tudo de educação de criança. Ela falou sobre o site Pequeno Leitor que traz historinhas para ouvir e ler. Fui conferir e é mesmo um primor. O projeto é da redatora publicitária Stela Loducca que desde 1991, dedica-se a projetos infantis desde que nasceu seu filho Gabriel. Lá, é possivel criar uma história própria, fazer um arquivos das preferidas, aprender uma piadinha nova para contar na hora do recreio e até ter um amigo imaginário destes que a gente inventa na infância. Para essa geração que internet faz parte do dia a dia, um site como este é um oásis no meio de tanto opção digital e incentiva esse hábito delicioso de ler.

Os pequenos realmente estão com a corda toda!

A My Gym Children´s Fitness Center é uma rede de academias com atuação em vários países voltada exclusivamente para crianças de 6 semanas a 13 anos. Aqui no Brasil, eles estão com unidades em São Paulo, Alphaville, São Bernardo do Campo, Goiânia, BH e Salvador.

As atividades podem ser realizadas com a presença ou não dos pais.

Uma das propostas que encontrei mais interessante é a Parent´s Night: os pais podem deixar as suas crianças “brincando” na My Gym e sair tranquilos para curtir a noite.

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