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Como escreveu Ferreira Gullar em sua coluna na Folha Ilustrada domingo passado, as pessoas não tem as mesmas qualidades. Não adianta vir com aquele papo de que, ensinando e se empenhando, todo mundo atinge os mesmos resultados e excelência. Os talentos são individuais e cada pai e mãe tem que prestar atenção nas habilidades específicas de seus filhos. O resultado – a vida – pode ser surpreendente, como nesta apresentação de bluegrass (country acelerado) com os pimpolhos botando muito marmanjo no chinelo:

httpv://www.youtube.com/watch?v=OTlyixOGHXY

Dica do @andrehosoi

A Farofa chegou pra trazer tudo o que uma  criança mais precisa: diversão!!! E pra isso vale tudo: tem fantasia, máscaras, capas e comidinhas pras crianças cairem na farra e inventarem a própria brincadeira.

Conheci a marca de fato no Baby Bum, mas acompanhei tudo desde o comecinho. Quem quiser se divertir, é só entrar no blog e fazer seu pedido pelo blog. Ou então falar com a Karine (91676697) ou com a Dedé (78604516)

Meu filho, de 6 anos de idade, entrou na fase da futebolmania – o interesse é por esportes em geral, mas futebol principalmente. Quem vem em casa logo nota. Na sala, duas bolas oficiais (uma nas cores da África do Sul, outra nas do Brasil) mudaram os móveis de lugar e roubaram todo e qualquer espaço antes ocupado por Bakugans ou mesmo pelo Wii. Na TV, já havia tempo que Discovery Kids não era o canal mais popular, mas agora nem Cartoon Network nem Disney XD vingam; só dá SporTV aqui, “o canal campeão”. No corredor, o filho fica o dia todo fazendo gol de placa, defesaço de pênalti, drible de jogador “eterno ídolo” – e, quando sou eu que chuto a gol, estava invariavelmente impedida.

Filho sabe tudo de todos os times, até do Campeonato Europeu, até da série B do Brasileirão, até do futsal e do showbol. Tem álbum de figurinhas, simula resultados na internet, participa de bolões, lê o caderno de esportes todo santo dia chova ou faça sol. Mesmo aos sábados ele me acorda cedinho para eu pegar a Folha na garagem; depois eu sou autorizada a dormir mais um pouquinho enquanto ele devora o Esporte. E às vezes, ao levantar, ganho de presente desenhos de esquemas táticos como este que ilustra o post (assinatura e dedicatória estão no verso). Esquemas que, ele promete, implementará na escola, onde joga com frequência – e seu “passe” é sempre disputado (“vivem me comprando, mãe”).

Tudo que sei é que essa paixão do filho pelo futebol anda me fazendo lembrar de mim quando era apaixonada pelas coisas. Sem perceber, a gente vai ficando indiferente, distanciando-se, criando casca. Mexe comigo quando estamos assistindo a uma partida qualquer na TV (vemos reprises inclusive) e meu filho grita: “Era gol!” Não foi, mas, porque devia ter sido, ele comemora como se fosse. E segue em frente, sem desapaixonar, importando-se tanto quanto antes.

Bom que podemos reaprender a viver com nossos filhos. Não?

Que existe um monte de crianças talentosas por aí (começando pelos nossos filhos, claro) ninguém nega. Mas, são raras aquelas que têm a chance de ver esse talento estampado na casa de pessoas do mundo todo.

Esse é o caso de um menino de 8 anos, o Otto. Seus desenhos viraram papel de parede e estão à venda, junto com vários outros produtos, nesse site muito bacana: http://www.finelittleday.com/

(Dica da Manuela Gambagorte, uma farejadora de arte e coisas legais)

Crianças são uma incrivel fonte de humor e poesia involuntários. Por exemplo, quando contei pra minha filha a estória de uma galinha preta que fugia da fazenda, perguntei “e aonde ela foi parar?”, só para ouvir surpreso: “na estória dela, pai”. Todos nós, pais e mães, temos várias dessas frases e situações que nos enchem de orgulho e prazer, mas muitas vezes esquecemos de registrar e perdemos aquela preciosidade para sempre. Hoje em dia um blog ou twitter sobre os filhos pode funcionar como um caderno de rascunho. Isso para não falar de um caderno real, de papel, desde que esteja sempre à mão. Mas se você for ilustrador pode transformar tudo isso em uma pequena peça colorida, como fez a irlandesa Ciara com a filha de 3 anos (ao lado).

Mais de suas frases ilustradas aqui. E você, o que faz para guardar e recontar os ‘causos’ dos pequenos?

Dica de Claudia Cordeiro via Gustavo Ziller

Sempre gostei de playgrounds e um dos meus brinquedos favoritos era o balanço. Dando uma vasculhada neste blog achei dois otimos posts sobre este assunto aqui e aqui. Mas no meu tempo não era assim. No máximo eu ficava de pé e me jogava lá de cima, ou cruzava as correntes.

Essa mulecada de hoje aumentou a barra consideravelmente.

Se não me engano foi o Cava que me mostrou este vídeo pela primeira vez.

Mesmo sendo MUITO jovem ainda, eu sou do tempo em que a coleção DisQUInho tinha músicas do maestro Radamés Gnattalli, o que equivale a dizer que meu ouvido musical foi bem treinado desde cedo. Mas o que a garotada de hoje anda ouvindo? Fui preparar a trilha sonora da festa do meu filho, que completará 6 anos no final do mês. O DJ é ele, todas as escolhas foram dele. Teve Jonas Brothers, claro, mas teve também Beatles, Orishas, Tim Maia, Jorge Benjor e…., entre algumas ligadas a séries de TV, boas surpresas também. Ouçam duas:

21-naruto_main_theme.mp3 (Naruto, Cartoon Network)

af65aec867e409918f75015f65a1f00a.mp3 (Phineas e Ferb, Disney XD)

Eu sempre fico achando que crianças prodígio sofrem mais, tipo Mozart, e não desejo que meu filho seja dessa turma. Mas, devo dizer, esses projetos de gente excepcionais são absolutamente fascinantes e seus pais, ao menos os bacanas que não as exploram, merecem sentir o orgulho gigantesco que devem sentir.

A menina acima, Emily, hoje com 7 anos, é um encanto. Como criança e como pianista. Dá para negar? Depois do jump, uma reportagem sobre ela. Read More

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