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A ideia da Baby Bum é reunir em um só local expositores de diversas categorias (vestuário, brinquedos, decoração etc.) que ofereçam produtos descolados e criativos para crianças de 0 a 12 anos, que não são encontrados facilmente nas lojas de shoppings.

E para estimular ainda mais a criatividade (e menos o consumismo), a feira proporciona várias atividades aos pequenos ao longo do dia (oficinas de modelagem de argila, móbiles, cupcakes, contação de histórias, jogos etc.).

A entrada é gratuita e parte da renda obtida com as vendas é doada para o GRAAC.

Em São Paulo, a Baby Bum será realizada nos dias 27 a 30 de outubro, das 10h às 20h, na Av. Mofarrej, 1.505, Vila Leopoldina (ao lado do CEASA). No Rio, a feira infantil acontecerá nos dias 26 e 27 de novembro.

Mais detalhes e informações sobre os expositores no site do evento.

 

image002.jpgRecebi esta receita hoje da minha dentista, Cláudia Malheiros, que testou (e aprovou) com o filho dela ontem, o André; apenas avisou que é pra comer rápido, senão fica borrachudo (dentista às vezes nos dá coisas legais também hehehe – bjs, Cláudia!) A brincadeira é fazer com as crianças um bolo de microondas dentro de uma caneca. A criança bate os ingredientes na própria caneca por 3 minutos.Ingredientes:

  • 1 ovo pequeno
  • 4 colheres (sopa) de leite
  • 3 colheres (sopa) de óleo
  • 2 colheres (sopa) rasas de chocolate em pó
  • 4 colheres (sopa) rasas de açúcar
  • 4 colheres (sopa) rasas de farinha de trigo
  • 1 colher (café) rasa de fermento em pó

Modo de Preparo:Coloque o ovo na caneca e bata bem com garfo.Acrescente o óleo, o açúcar, o leite, o chocolate e bata mais. Acrescente a farinha e o fermento e mexa delicadamente até não diferenciar mais. Leve por 3 minutos no microondas na potência máxima.Dicas: A caneca deve ser grande, com capacidade de 300ml. A medida de colher é sempre rasa. E você pode enfeitar/servir o bolo com coberturas, caldas, castanhas e sorvete. Alerta: Não caia na tentação de pôr mais farinha; vai ficar duro.A receita original está num blog, mas o link não funciona…Ah, não esqueça da escovação dos dentes depois. (Viu, Cláudia, falei!)

saci2.jpgSó para não perder a oportunidade. Reunião de escola de criança tem uns debates deliciosamente prosaicos. Vou citar três de hoje:

  1. Tem pediatra por aí chamando verminose (que dá dor de barriga) de virose. Criança que freqüenta escola ecológica com chão de terra e bicho junto (galinha, ganso, coelho) pode ter verme. E quando vira a lua, os vermes se agitam e a dor de barriga piora (Secos e Molhados: O verme passeia na lua cheia!) “Peçam para o pediatra pedir um exame de sangue (no de fezes, não dá nada)…”, disse a diretora. Esses pediatras urbanóides…
  2. A escola, que busca resgatar a cultura brasileira, está trabalhando o mito do saci. Finalmente entendi porque meu filho tem dito que tudo que some em casa foi o saci que pegou. E some uma quantidade incrível de coisas, vocês não imaginam… O saci é suuuper eficaz no que faz…
  3. Os pais receberam os parabéns dos professores. Agora todas as crianças (cerca de 80) estão comendo saladas e verduras no almoço da escola.   

Eu adoro essas reuniões.

690255gg.jpgTudo isso que a Rosely Sayão escreveu ontem na Folha é trabalhado com maestria na ficção, na série “Mothern”, do GNT, que encerrou agora sua segunda temporada. E contextualizado nas diferentes situações arquetípicas das mães atuais: a mãe sozinha (solteira/separada), a mãe que também é madrasta (é a do segundo casamento), a mãe cujo marido entra em crise e quer voltar aos 18 anos e à vida de solteiro, a mãe executiva dividida entre o trabalho e os filhos. E tem uma coisa que acho particularmente bacana: a série é feita por homens. O criador e diretor Luca Paiva Mello, marido da Ciça, pai de três meninões, tem uma sensibilidade e uma compreensão incrível desse universo materno. Os roteiristas também são homens (claro que o pontapé inicial foi o blog Mothern, de mulheres). Sem falar na qualidade técnica da coisa, tão dominada pelos americanos, misturando humor com emoções delicadas, e tão bem aplicada aqui de um jeito brasileiro. Bom, neste Dia das Mães, queria sugerir aos companheiros das mães que lhes dêem este presente: o DVD Mothern, acompanhado de um mergulho de vocês (companheiros) junto com elas nesse universo.

Tummy Shield foi criado por um inventor australiano e protege as futuras mamães enquanto dirigem ou simplesmente andam de carro, e, principalmente, os bebês “in utero”.

Com o cinto de segurança longe da área da barriga, pode-se evitar a frequente morte fetal que ocorre em acidentes de automóvel, desde os mais moderados.

Veja o site aqui. (Via Inventorspot.com)

30870021.jpgEles não são lançamentos. Mas tem muita gente que não os conhece – como eu imaginava que conhecesse (ou como mereciam ser conhecidos). No meio das toneladas de livros infantis que as livrarias oferecem, fica difícil mesmo conhecer. E a criançada vai direto nos livros de personagens da TV ou com recursos interativos, o que lhes dá pouca chance. Mas este dois livros, para crianças na fase ainda “analfabeta”, merecem um post. São bárbaros pela “música” dos textos e pela “dança” das imagens. E não têm som nem movimento. E passaram com louvor pelo crivo do meu filho, que acabou de fazer 4 anos:

  • Um deles é o “Bichos que Existem e Bichos que Não Existem”, do Arthur Nestrovski e da ilustradora Maria Eugênia, premiado com o Jabuti de Melhor Livro de Ficção do Ano de 2003 (venceu os livros adultos também).Meu filho fica adivinhando quais daqueles bichos existem. E a descrição de cada bicho é o que há… O Arthur, by the way, é o compositor das músicas do Vila Sésamo (Só eu sou eu/ Só eu sou eu/ Além de mim não tem ninguém que seja eu…)
  • O outro é o “Brasileirinhos ­ – Poesia sobre os Bichos Mais Especiais da Nossa Fauna”, do Lalau e da ilustradora Laurabeatriz. É uma série de vários, sendo o mais inspirado talvez o da capa verde que tem um macaco e um periquito (?) amarelo. As poesias do tamanduá, do queixada (esta parece rap), da onça-pintada e do peixe-boi são demais. Meu filho sai repetindo trechos inteiros, incrível. 

Ah, os dois livros são da caprichosa editora Cosac Naify. 

O grupo “Story Pirates”, de Nova York, tem uma proposta super diferenciada para incentivar as crianças escreverem e irem ao teatro. Eles encenam usando fantoches, atores profissionais, música e cenários engraçadíssimos, histórias criadas por crianças. O projeto começa com uma visita nas escolas, um concurso para escolher o melhor roteiro, um workshop e enfim, a montagem final. A apresentação é feita no colégio e também todos os sábados na The Drama Book Shop (250 W. 40th St.). Cada semana tem pelo menos uma nova estória e a brincadeira já ganhou projeção mundial com entrevista até no Larry King. Dê uma olhada no que os caras inventam:

kidseye.jpgQuantas vezes ouvimos as mães dizendo: “eu só me distraí por 5 minutos…” É muito comum que os pequenos se percam de nós num minuto de distração. Algumas mães colocam uma corda, ou um tipo de ‘coleira’, mas pobres crianças…. Outra alternativa bacana é o Kids Eye.

É um dispositivo que funciona separando uma parte da outra. A parte laranja fica com a criança, presa na roupa por exemplo, e a outra fica com você. Se a criança se afastar mais do que 15 metros ele começa a apitar. O apito também toca caso a criança, já maiorzinha, o ative por se encontrar desorientada ou em perigo, chamando dessa maneira a atenção dos pais.

Posso estar enganada, mas acho que algumas mães já se preocupam se o filho se afasta dois metros… Só falta inventarem um dispositivo que nos mostre não aonde estão, mas sim o que estão fazendo….

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